Congresso de Louvor e Adoração – 3° dia (noite)

Atos 26 nos ensina por meio do testemunho do apóstolo Paulo diante do rei Agripa, o que nos foi ministrado pelo pastor Sóstenes Mendes.

“Por isso, ó rei Agripa, não fui desobediente à visão celestial. Antes anunciei primeiramente aos que estão em Damasco e em Jerusalém, e por toda a terra da Judéia, e aos gentios, que se emendassem e se convertessem a Deus, fazendo obras dignas de arrependimento.”


Atos 26: 19 e 20

Paulo inicia explicando sobre quem foi, sobre a missão que antes cumpria perseguindo e matando cristãos, mas ele testemunha a sua conversão. Então ele cumpriu o seu ministério, foi preso pela religiosidade dos judeus e estava diante do governador Agripa depondo. Era a defesa mais importante da vida de Paulo e durante ela ele afirmou: anunciei! O argumento mais elevado da defesa de Paulo foi ter sido fiel a visão que Deus mandou.

Anunciar diz respeito a vocalizar, alçar a voz, proclamar. Em todo o tempo o Senhor tem nos ensinado, insistindo conosco, porque nos deu a capacidade divina de falar para que usemos a nossa voz. Usando-a invocamos o renovo para que ele seja aplicado no meio dos anos em nossa vida seja em que área for. Isso não significa jogar fora os marcos, significa que é necessário que haja um avivamento, um renovo em nossa vida.

Há uma forma coerente de se fazer isso, é invocando-O e não orando reclamações. Precisamos declarar quem Ele é.

Como podemos fortalecer a visão?  A evidência absoluta do derramar do Espírito é quando recebemos um poder e testemunhamos. O que designa alguém como testemunha? Não importa quem ela seja, mas quando ela abre a boca ela muda uma determinada situação. Se todas as coisas foram criadas pela palavra todas as coisas são afetadas pela Palavra, portanto nossa primeira evidência, ação, atitude é anunciar.

Avaliemos o quanto falamos de Jesus. O que o Senhor está falando é acerca de anunciar o evangelho. Grande parte dos discípulos membros da Igreja não manifestam mais preocupação em falar, estão cauterizados. Que não seja assim conosco para que não sejamos desobedientes à visão celestial. Vamos usar nossa voz, passando por cima de toda vergonha, pois ouvindo o Senhor, Ele nos capacita. Deus nos concede isso não por nossa própria capacidade, Ele nos conduzirá por estratégias para que pessoas se rendam a Ele. Todas as vezes que abrimos a nossa boca para alguém é uma intervenção do Espírito Santo.

Paulo foi fiel à visão celestial mesmo sofrendo coisas que hoje não sofreríamos, por isso não temos desculpas. Aquilo que dissermos não voltará vazio. Levantemo-nos e usemos a nossa voz para não sermos desobedientes à visão celestial, e Deus vai nos dar momentos para fazermos a diferença.

O Senhor vai avivar no meio dos anos qualquer assunto de nossa vida porque vamos invocá-lo e sermos fiéis à visão.