Saiba como foi a abertura do nosso Congresso de Louvor e Adoração

“Estamos convocados para entrar num tempo de entendimento.”

Assim a apóstola Rivanda Alves deu o pontapé de nosso Congresso de Louvor e Adoração 2019, diante do impacto de uma nova hora que é chegada sobre a Igreja e a necessidade de nossa transformação para recebermos este novo de Deus. Sóstenes Mendes nos ministrou como isso seria possível partindo da Palavra de Deus em Habacuque:

“Ouvi, Senhor, a tua palavra, e temi; aviva, ó Senhor, a tua obra no meio dos anos, no meio dos anos faze-a conhecida; na tua ira lembra-te da misericórdia.”


Habacuque 3:2

Ele prosseguiu nos fazendo pensar sobre como começar as coisas é fácil: sempre começamos os nossos projetos diante de uma empolgação momentânea. Todo mundo começa algo com gás e ânimo. No entanto, terminar não é tão fácil assim. Isso acontece porque no meio das coisas tendemos a ser levados pelo desânimo, pela procrastinação, começamos a perder as nossas forças.

Consoante a esse sentimento Habacuque pediu: “aviva a tua obra no meio dos anos”. Que quando a expectativa se acabar que o Senhor avive, porque é iminente que chegue um momento em que a energia vai ser minada e que as coisas terão aparência de que não deram certo. Nestes momentos o único recurso é que Deus avive a sua obra. Mas devemos nos lembrar de que somos a coroa da obra do Senhor, e os projetos que estamos fazendo e fracassando Ele pode avivar através de nós.

No meio dos anos, seja em que obra for, eu vou experimentar desânimo, pouca força. Na presença dessa realidade a única solução é quando vem o avivamento de Deus. Este é o nosso recurso, precisamos usá-lo. Em qualquer ocasião que possamos enfrentar na nossa vida, se formos ouvir ao Senhor, Ele vai nos avivar nos mostrando o que se precisa.

Esse avivamento é interior, ao ponto de vivermos como se tudo houvesse acabado dentro de nós mesmo que continuando no vale. A questão é que tudo muda na forma como enxergamos as coisas e é como o ap. Paulo já falava: para que nos transformássemos pela renovação de nossa mente (Rm 12:2). Aqui implica a ação. Ou eu decido que não vou mudar ou vou diante do Senhor e permito ser avivado. Do contrário, se não decidirmos por mudar a nossa forma de pensar, o Senhor não poderá nos usar em coisas novas.

No meio dos anos só há um recurso se houver avivamento. Isso deve ser aplicado em qualquer coisa nas nossas vidas, inclusive para a vida na igreja. Não adianta que eu saia para situações novas e lugares novos se eu não for avivado, pois é somente assim que eu farei diferença por onde for.

Essa mudança é necessária porque o mundo está em constante transformação. Até a nossa linguagem precisa adaptar-se a novidade mesmo que o evangelho permaneça sempre o mesmo. Tudo tende ao aperfeiçoamento, isso é parte da Lei de Deus que afirma em sua Palavra que “a vereda dos justos é como a luz da aurora que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito” (Pv 4:18), uma progressão.

Ele é fonte de vida, Ele aviva! O que precisa ser avivado Ele faz ser avivado. No meio dos anos tem que haver diferença, as coisas precisam ser aperfeiçoadas. Ainda há um recurso para nós, permitamos ser renovados.