Congresso 2° dia (manhã): Os Frutos que permanecem

02.03.19 – Sábado (manhã)

Começando o segundo dia de nosso congresso, fomos ministrados sobre Os frutos que permanecem através da vida da apóstola Rivanda Alves, que começou nos falando acerca da nossa inserção plena no plano de avivamento de Deus sobre a nação brasileira. É certo que nada vai impedir o que Deus falou aqui desde os primeiros dias, e Deus vai trazer entendimento da dimensão dessas coisas à sua Igreja. Não podemos fazer aquilo que queremos, porque fomos comprados para produzirmos um fruto da qualidade que permaneça. Deus quer que permaneçamos, portanto nos trouxe aqui para sermos trabalhados. Não podemos nos desviar disso. Quando a Igreja nasceu no lado de Jesus ela nasceu com uma missão e não há como ser tirada dela. Temos que ser como Paulo, que tinha como foco de sua vida a visão, por isso ele não morreu conflitado. Nós estamos entrando num chamado que vai além das realizações pessoais.

Conduzidos pela leitura de Ezequiel 15, João 8:31 e 14:10 aprendemos que a doutrina da multiplicação não está no modelo pré-estabelecido, está em permanecer em Jesus. Não se faz discípulos de qualquer jeito, discípulos tem história e isso exige, antes da multiplicação e da frutificação, uma morte diante de Papai para que as obras da carne sejam substituídas pelas obras do Espírito. Sobre os frutos, estes dizem respeito a viver à semelhança de Cristo. Nossos frutos somente serão gerados corretamente se forem gerados à semelhança de Cristo. O modelo não substitui uma vida permanente com o Espírito Santo nos conduzindo.

Ezequiel 16:1-63: Deus falou essa Palavra a Israel quando falou sobre permanecer nEle. Prostituição é quando, ao invés de trazermos a glória para Jesus, alimentamo-nos de sentimentos de maldade e inveja. Hoje nós temos altos níveis de prostituição no mundo, e nós que temos uma missão não podemos facilitar que as pessoas estejam dentro da igreja arruinadas. O amor de Jesus não facilita o pecado, pelo contrário, Ele foi verdadeiro e transparente. Deus trouxe Jerusalém a um nível de entender uma aliança, ele a tirou de uma ruína, mas ela não compreendeu. O permanecer deve ser diário, porque se sairmos por um dia, podemos nos prostituir como fez Jerusalém.

A Igreja está aqui para casar. Como permaneceremos no corpo da Noiva levando as obras da carne? Deus nos deu prata e ouro, não para gastarmos com os ídolos, mas para permanecermos, para nos casarmos. Reneguemos aos ídolos, ao mundo e à Satanás, porque nós vamos nos casar. Um ídolo é tudo aquilo que, em nós, for mais forte que Jesus. O avivamento que nós estamos esperando hoje só vai acontecer se a igreja permanecer em Jesus e para nos casarmos com Ele precisamos abrir mão desses ídolos.

As pessoas que desprezam a disciplina de Deus tornam-se desprezíveis, mas quando estamos em comunhão em Cristo nos tornamos belos, pois, mesmo o que parece mais fraco, Deus o torna num objeto de glória. O que nos leva a esse compromisso é a consciência de um arrependimento. Tal consciência nos alinha ao proposito pelo qual nascemos. Não podemos nos deixar levar por um evangelho de autoajuda se, quando vem a unção, ela mesmo nos constrange e mostra o que, em nós, está certo ou está errado.

Se permanecermos nEle daremos um fruto igual ao de Jesus e a nossa integridade espiritual estará em linha com o que está no céu e não no que está na terra. Se permanecermos poderemos chegar em qualquer lugar e sermos a manifestação do amor. Em permanecer perceberemos aquilo que no reino material não é perceptível, isso significa que não podemos estar conectados ao mundo porque precisamos enxergar acima dele.

Diante destas coisas Deus não pode fazer uma obra em ninguém se essa pessoa não abrir o coração, portanto, nosso coração precisa viver continuamente aberto. Somente quem conhece o nosso coração por completo é Deus, e se o abrirmos para Ele, Ele mesmo nos revelará o que precisa sair para que não nos desviemos, mas permaneçamos.

Clique aqui e veja as fotos desse momento.